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Cultivar uma vida plena

1 ano atrás · · 0 Comentários

Cultivar uma vida plena

O meu desafio constante é manter-me em harmonia, ligando-me à minha essência, à minha alma, seguindo as regras do jogo da vida, com total entrega e confiança de que o que necessito conhecer e experienciar, prazeroso ou desafiante, faz parte do processo evolutivo da minha jornada.

Libertarmo-nos de quem achávamos que deveríamos ser é uma das decisões mais desafiantes que podemos tomar

Libertarmo-nos de quem achávamos que deveríamos ser, e iniciar a viagem de redescoberta e reencontro de nós próprios, da nossa essência, é uma das decisões mais desafiantes e simultaneamente aliciantes que podemos tomar. Assumir quem somos, com as nossas forças e fragilidades, as nossas virtudes e vulnerabilidades, os nossos dons e as nossas incapacidades, reconhecer e aceitar o que reprimimos, acolher os nossos sentimentos e emoções, com amor, compaixão, benevolência e compreensão é a forma mais corajosa de viver a vida na sua plenitude.

Brené Brown, investigadora psico-social, no seu livro «A Imperfeição é uma Virtude», refere que “assumirmos o nosso percurso pode ser duro mas não é, nem de perto nem de longe, tão difícil como passarmos as nossas vidas a fugirmos disso.” E refere ainda que, viver plenamente significa cultivar a coragem, a compaixão e a conectividade, partindo de um estado de merecimento e de aceitação das nossas imperfeições, da nossa vulnerabilidade.

No seu trabalho de investigação sobre vergonha e resiliência, Brené Brown identificou as características dominantes da pessoa com uma vida plena, que passo a partilhar convosco:

  1. Cultivar a autenticidade; libertar-se do que os outros pensam.
  2. Cultivar a auto-compaixão; libertar-se do perfeccionismo.
  3. Cultivar um espírito resiliente; libertar-se do adormecimento e da impotência.
  4. Cultivar a gratidão e a alegria; libertar-se da escassez e do medo do desconhecido.
  5. Cultivar a intuição e confiar na fé; libertar-se da necessidade de certeza.
  6. Cultivar a criatividade; libertar-se da comparação.
  7. Cultivar o lazer e o descanso; libertar-se da exaustão como símbolo de estatuto e da produtividade enquanto autoestima.
  8. Cultivar a calma e a tranquilidade; libertar-se da ansiedade enquanto estilo de vida.
  9. Cultivar o trabalho com significado; libertar-se da dúvida e de suposições.
  10. Cultivar o riso, a música e a dança; libertar-se da ideia de ser adequado e “de ter tudo sob controlo”

As regras para uma vida plena, são um precioso recurso para nos lembrarmos de quem realmente somos, porque estamos aqui e para fazer o quê, todos os dias da nossa vida.

Bem hajam. Sejam plenos!

Como posso sentir amor, compaixão e gratidão quando isso é o que menos me apetece?!

1 ano atrás · · 0 Comentários

Como posso sentir amor, compaixão e gratidão quando isso é o que menos me apetece?!

Certamente já se viu numa situação em que gostaria de fazer muita coisa, excepto agradecer e muito menos perdoar! Em momentos em que nos debatemos com emoções como raiva, humilhação ou vergonha, a última coisa que geralmente nos apetece é ouvir alguém nos dizer para esquecer, perdoar ou algo que lhe valha!

Muitas vezes “é pior a emenda do que o soneto”!

Penso que a razão pela qual é tão irritante ouvirmos alguém nos dizer para sentir amor, gratidão e outros sentimentos gentis quando estamos irritados é porque estar irritado, zangado ou magoado é um estado totalmente diferente daquele em que sentimos amor, compaixão ou gratidão. Na verdade, se está irritado ou frustrado, há um motivo válido para isso! E, amor, gratidão ou compaixão não faz esse motivo simplesmente desaparecer!

Todavia o amor e a compaixão podem realmente conduzí-lo a um estado em que as razões que o levam a sentir essas emoções tóxicas, perdem importância. Quando aprender exercitar os “músculos” da resiliência e aprender a mudar as suas reacções às coisas, independentemente do que os outros digam ou façam, torna-se muito mais fácil lidar com pessoas e situações desafiantes. Não é o que os outros nos fazem ou dizem que nos causa mal-estar! O que nos causa mal-estar são os pensamentos que decorrem a partir dessas circunstâncias.

O que causa mal-estar são os pensamentos acerca das circunstâncias.

Não podemos mudar os outros, mas temos o poder de mudar a forma como agimos ou reagimos. Os nossos estados emocionais são resultado dos nossos pensamentos acerca dos acontecimentos ou das nossas circunstâncias. Assim, quando aprender a mudar as suas reacções às coisas, independentemente do que lhe fazem ou não fazem, torna-se mais fácil lidar com as situações e encontrar soluções para os desafios, a partir de um estado de paz e tranquilidade.

Uma vez instalado o hábito de se manter num estado mais pacífico, ainda pode descobrir como se torna muito mais fácil lidar com pessoas e situações “difíceis”. Em conclusão, ao mudar o seu estado de frustração para um estado de tranquilidade, pode melhorar o seu ambiente, tanto no trabalho como em casa.

Terapias Energéticas para cura do corpo e da alma

Feito com ♥ por Krystel Leal e Ana Paula Vieira
Conteúdos da autoria de Ana Paula Vieira. Todos os direitos reservedos
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