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Equinócio de Outono – que influência tem na nossa vida?

4 meses atrás · · 0 Comentários

Equinócio de Outono – que influência tem na nossa vida?

O Equinócio é o fenómeno em que o dia e a noite têm aproximadamente a mesma duração, 12 horas. Equinócio deriva do latim “æquinoctium, composto pelas palavras aequus e nox, que significam “igual” e “noite”. Este termo é utilizado para assinalar a transição entre estações, o início do Outono e da Primavera. Os dias de equinócio são tipicamente considerados dias de ajuste, de equilíbrio entre o dia (que tem uma energia Yang, masculina, activa) e a noite (que tem uma energia Yin, feminina, receptiva).

O Equinócio de Outono tem um profundo simbolismo

O Equinócio de Outono tem um profundo simbolismo de libertação do que já não serve, de desprendimento e de criação de espaço para o novo. Os frutos amadurecidos ao longo do Verão são colhidos, as folhas das árvores caiem, deixando-as despidas para acolher o Inverno. É uma estação de colheitas e de celebração, de mudança e de renovação. À semelhança da natureza, também nós somos convidados ao recolhimento, à reflexão, ao desapego e à libertação do que já não nos serve para criar espaço para o novo.

É um tempo de celebração e de reconhecimento

É um tempo de celebração do que se realizou e alcançou, e também de fazer balanços e reflectir sobre o que conseguimos e para onde queremos seguir. É um período de reconhecimento do que se tem aprendido e colhido ao longo do ano e de como se irá usar essa aprendizagem no futuro.

O Outono é o encerramento de um ciclo e a abertura de outro. É uma estação que propicia o senso de equilíbrio e convida a um olhar atento e cuidadoso sobre a nossa vida. É uma época em que podemos observar a dualidade entre as nossas necessidades pessoais e os compromissos com o mundo que nos rodeia.

É um tempo de autoavaliação, celebração e partilha

É um momento de autoavaliação e de balanço; de celebração e de partilha; de preparação para os rigores do Inverno, de autocuidado e reforço do sistema imunitário; de expansão da criatividade, de planeamento e de estruturação para o futuro. Neste período é-nos dada a oportunidade de encontrar o ponto de equilíbrio das nossas vidas, de conciliar as nossas necessidades internas com as exigências do mundo exterior.

À medida que as noites se alongam, podemos reservar tempo para meditar e reflectir sobre o que desejamos, identificar forças e vulnerabilidades, e nutrir novas sementes que florescerão na próxima primavera. É um período em que somos convidados a focar no essencial e a dispensar o acessório, a largar o supérfluo e a cultivar o autêntico. O Outono recorda-nos a importância de sermos genuínos, de nos libertarmos das máscaras, de levarmos luz às nossas sombras e de integrarmos todas as nossas partes.

O Outono traz-nos uma nova oportunidade de cura e libertação

O Outono traz-nos uma nova oportunidade de cura das feridas emocionais, de libertação de mágoas e ressentimentos, de reencontro com nós mesmos e de resgate de quem verdadeiramente somos. Convida-nos ao mergulho interior, a tomar consciência de padrões de comportamento e pensamento nocivos, a eliminar hábitos prejudiciais e a libertar emoções tóxicas.

É também neste período que somos lembrados da importância da harmonia e do equilíbrio emocional para as nossas vidas. Somos instados a cultivar a paz interior e a fortalecer a nossa estrutura emocional para permitir que um novo “Eu” renasça, mais forte, mais livre, mais realizado, mais pleno e mais feliz.

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Meditação

2 anos atrás · · 0 Comentários

Meditação

Quem pratica meditação regularmente, conhece bem os seus benefícios.

São diversas as motivações que levam as pessoas a querer meditar, todavia, meditar nada tem a ver com esvaziar a mente. Os benefícios da meditação geralmente mais enumerados por quem a pratica diariamente ou com regularidade são: obter tranquilidade interior, redescobrir-se, silenciar a mente inquieta, mais autoconhecimento, mais clareza, melhorar a conexão e estar mais presente.

Contudo, para muitos, esta ainda é uma prática desconhecida ou não faz parte das suas rotinas diárias. Se faz parte desse grupo que ainda não pratica meditação, tem agora a oportunidade de, de uma forma suave e simples, se iniciar nesta prática!

Meditar é um exercício de foco e concentração, que promove o relaxamento físico e equilibra o corpo emocional, espiritual e mental. E, por espiritual, não me refiro a aspectos relacionados com religiosidade, mas tão somente, ao acesso ao eu superior ou supraconsciência.

Qualquer que seja o motivo para querer iniciar esta prática, pode ser desencorajador não saber como começar e como se manter motivado.

Algumas linhas de meditação usam mantras como meio de entrar num estado de fluxo, enquanto outras se focam apenas em observar a respiração e as sensações do corpo.

Actualmente, vivemos num mundo cheio de estímulos e a nossa mente tende a perder o foco rapidamente. E, durante a prática da meditação, principalmente quando se está a iniciar, isso acontece com muita frequência.

Aquilo que mais me ajudou, quando iniciei a minha prática de meditação foi prestar atenção à respiração. Sempre que percebia que a minha mente divagava para outros pensamentos, voltava a minha atenção à respiração.

Mas se mesmo assim isso lhe parecer impossível, deixe os pensamentos fluírem pela sua mente, sem se recriminar nem criticar. Coloque-se como um observador; não julgue e não se envolva, deixe-os passar apenas.

Com a prática, vai começar a perceber que conseguir usufruir dos benefícios da meditação é bem mais fácil do que imaginava.

A popularidade que a meditação alcançou nos dias de hoje tem muito a ver com o conceito de Mindfulness.

Este novo tipo de meditação eliminou, de uma vez por todas, o caráter místico e religioso da prática oriunda do Oriente, e foca unicamente as descobertas científicas sobre os benefícios da meditação.

A meditação Mindfulness não usa mantras, nem pretende elevar o espírito ou ser uma maneira de encontrar Deus. Não está ligada ao budismo, hinduísmo ou taoismo.

O foco está em prestar especial atenção à respiração e às sensações do corpo, para assim interromper a parafernália de pensamentos desordenados e acalmar a mente sobrecarregada de pensamentos desordenados. Este tipo de meditação foi desenvolvido pelo médico americano Jon Kabat-Zinn que criou um programa chamado “Redução de stresse com Mindfulness“ em 1979. O seu intuito era tratar pacientes com dores crónicas que não respondiam aos tratamentos convencionais.

Apesar de ter usado como base os seus conhecimentos prévios em meditação e Ioga, a espiritualidade e a religião não foram considerados requisitos básicos para iniciar a prática.

Actualmente, a meditação Mindfulness é usada em hospitais, clínicas, escolas, empresas, entre outros.

Se quiser começar a usufruir dos benefícios da meditação Mindfulness, apenas precisa de atenção plena!

Feito com ♥ por Krystel Leal e Ana Paula Vieira
Conteúdos da autoria de Ana Paula Vieira. Todos os direitos reservedos
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