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    Vamos falar de Stress

    9 meses atrás · · 0 Comentários

    Vamos falar de Stress

    Neste episódio do podcast vamos falar do impacto do stress na nossa vida. O stress é um dos grandes males da vida contemporânea e pode afectar-nos a vários níveis. Desde os pequenos desafios às grandes crises, o stress faz parte da vida de todos nós. Sejamos francos, manter a calma num mundo em constante e rápida mudança como o de hoje não é tarefa fácil. Embora nem sempre possamos controlar as circunstâncias da nossa vida, podemos controlar a forma como respondemos a elas.

    Há que referir que o stress pode ser esmagador

    Apesar de haver pessoas que têm uma grande capacidade de adaptação, gerir o stress não é uma tarefa fácil. Quando o stress se torna esmagador ou crónico, pode ter grande impacto no nosso bem-estar e na nossa vida. Por isso, é importante termos aliviadores de stress eficazes que possam acalmar a nossa mente e o nosso corpo.

    O stress é a resposta do nosso corpo a um evento ou a uma situação tensa na nossa vida. A médio e longo prazo, o stress provoca sérios danos tanto na mente quanto no corpo. Além de estar na origem de várias doenças físicas, o stress bloqueia-nos, impede-nos de pensar com clareza e pode afectar as nossas relações.

    Normalmente o stress é consequência de algo novo ou inesperado, e que, de alguma forma, foge ao nosso controlo. Há uma diversidade de componentes que influenciam o impacto do stress na nossa vida, desde a nossa predisposição genética e o ambiente em que vivemos até ao contexto social e económico.

    O stress pode conduzir a problemas de saúde sérios

    O stress até pode ser benéfico em determinadas ocasiões. No entanto, quando é constante, torna-se crónico e pode conduzir a problemas de saúde sérios. O corpo está desenhado de modo a lidar com pequenas quantidades de stress, sobretudo direccionadas para um único momento. No entanto, não estamos preparados para lidar com o stress a longo prazo, de forma continuada. Podemos ficar esgotados, física e mentalmente, sem capacidade de resposta. E todo o corpo pode sofrer com isso.

    Quando somos expostos a situações stressantes são activadas determinadas hormonas no nosso corpo que desencadeiam uma resposta de autodefesa denominada “luta ou fuga”. Durante essa resposta, os batimentos cardíacos aumentam, a respiração torna-se mais rápida, os músculos contraem e a pressão arterial aumenta. Deste modo, o organismo está pronto a agir e a impedir que nos magoemos.

    O stress pode afectar-nos a vários níveis

    O stress pode afectar-nos a vários níveis. E, uma vez que cada um de nós lida com o stress de forma diferente, os sintomas também variam.

    Quando alguém está exposto a longos períodos de stress o corpo começa a dar sinais de que não está a responder normalmente devido a uma “sobrecarga” do sistema imunitário.

    Entre os problemas relacionados com o stress incluem-se:

    – Depressão, ansiedade e distúrbios de personalidade

    – Doenças cardiovasculares, incluindo tensão arterial elevada, arritmia cardíaca, ataque cardíaco e acidente vascular cerebral

    – Problemas gastrointestinais, obesidade e distúrbios alimentares, etc.

    O stress prejudica a saúde e reduz a clareza mental

    Se estás a viver com níveis elevados de stress, estás a colocar todo o teu bem-estar em risco. O stress perturba o teu equilíbrio emocional e a tua saúde física. Reduz a tua capacidade de pensar com clareza, de funcionar eficazmente e de desfrutar a vida como mereces.

    Algumas das principais causas de stress observadas actualmente estão relacionadas com o burnout, a ansiedade e depressão laboral, particularmente devido à pressão de prazos apertados, responsabilidade excessiva e exigências desmesuradas tendo em conta os recursos disponíveis.

    Embora possa parecer que não há nada que possamos fazer em relação ao stress, no trabalho e em casa, há medidas que podemos tomar para aliviar a pressão e recuperar o controlo. As contas vão continuar a chegar, o dia nunca terá mais horas, as responsabilidades profissionais e familiares serão sempre exigentes, mas temos muito mais controlo do que pensamos.

    A gestão do stress está relacionada com liderança pessoal

    A base da gestão do stress está, na verdade, relacionada com a liderança pessoal, ou seja, o nosso estilo de vida, a gestão das emoções e dos pensamentos, e a forma como lidamos com os problemas. Não importa o quão stressante a vida possa parecer, há passos que podemos dar para aliviar a pressão e recuperar o controlo.

    Existem uma série de medidas que podemos adoptar de imediato para combater o excesso de pressão nas nossas vidas. Podemos adoptar um estilo de vida mais saudável, fazer pausas para respirar, praticar exercício físico, evitar consumo de substâncias prejudiciais à saúde, dormir o suficiente, etc. No entanto, por muito boa vontade que tenhamos, às vezes torna-se necessário tomar mais medidas para combater o stress crónico. Para percebermos as causas do stress há que estabelecer a ligação entre os sintomas físicos e emocionais para que possamos compreender a tensão que enfrentamos. Uma vez reconhecido que estamos sob stress é necessário inventariar as soluções possíveis.

    O primeiro passo é perceber que o problema não reside apenas em nós. Este é um tema de tal forma abrangente que abarca todas as esferas da vida em sociedade: família, comunidade, organizações, estado e sociedade civil.

    Quer estejas prestes a ser entrevistado para um novo emprego ou te sintas sobrecarregada pelo comportamento do teu filho, é importante que tenhas algumas ferramentas de redução do stress que possam diminuir o teu stress de forma rápida e eficaz.

    A gestão eficaz do stress ajuda a quebrar a sua influência na nossa vida

    A gestão eficaz do stress ajuda-nos a quebrar a influência que o stress tem na nossa vida, para que possamos ser mais produtivos, mais saudáveis e mais felizes. O objectivo final é termos uma vida equilibrada, com tempo para o trabalho, relacionamentos, relaxamento e diversão – e a resiliência para resistir à pressão e enfrentar os desafios corajosamente. Mas quando falamos da gestão do stress é importante reconhecer que ele não é uniforme. Por isso é importante experimentar e descobrir o que funciona melhor para cada pessoa e situação.

    Também é importante termos estratégias de alívio do stress a curto prazo que podemos utilizar em qualquer lugar.

    A verdade é que o que usamos em casa pode não ser uma opção quando estamos no trabalho ou em locais públicos (dançar na sala pode ser útil, mas dançar na mercearia pode não ser). Portanto é importante termos alguma diversidade de ferramentas de alívio do stress à nossa disposição. Assim, podemos escolher uma estratégia que funcione melhor de acordo com as circunstâncias do momento.

    As melhores estratégias de curto prazo são aquelas que:

    • Podem ser realizadas em qualquer lugar.
    • Não necessitam de muita prática para dominar
    • São gratuitas
    • Proporcionam alívio imediato

    Nota: E é precisamente isso que vou partilhar contigo, se decidires participar no desafio, ao longo de 30 dias.

    Começar por identificar as fontes de stress

    A gestão do stress começa com a identificação das fontes de stress na nossa vida. Isso não é tão simples quanto parece. Embora seja fácil identificar os principais factores de stress, tais como a mudança de emprego, uma perda significativa ou um divórcio, etc. identificar as fontes de stress crónico pode ser mais complicado. É muito fácil ignorarmos como os nossos próprios pensamentos, sentimentos e comportamentos contribuem para os nossos níveis de stress diários. Claro, talvez saibas que estás constantemente preocupada com os prazos no trabalho, mas talvez seja a tua procrastinação, em vez das exigências reais do trabalho, que te está a causar stress. (Se essa é a tua questão, fala comigo porque criei um programa excelente para eliminar a auto-sabotagem e, em breve irei abrir as pré-inscrições para a nova edição).

    Para identificares as tuas verdadeiras fontes de stress, observa atentamente os teus hábitos, atitudes e desculpas:

    • Exprimes o stress como temporário mesmo que não te lembres da última vez que respiraste? (“Eu tenho apenas um milhão de coisas a acontecer neste momento”)
    • Defines o stress como parte integrante da tua vida profissional ou familiar (“As coisas na minha vida estão sempre uma loucura”) ou como parte da tua personalidade (“Eu sou muito nervosa, mais nada”)?
    • Culpas outras pessoas ou eventos externos, ou vês o teu stress como algo completamente normal e não excepcional?

    Até que assumas a responsabilidade pelo papel que desempenhas na criação ou manutenção, do teu stress o seu nível permanecerá fora do teu controlo.

    Alguns factores de stress são previsíveis

    Embora o stress seja uma resposta automática do teu sistema nervoso, alguns factores de stress surgem em alturas previsíveis. Por exemplo, a nossa permanência no trânsito, uma reunião com o chefe ou reuniões familiares. Ao lidarmos com esses factores previsíveis de stress podemos mudar a situação ou mudar a nossa reacção.

    Não é saudável evitar uma situação stressante que precisa de ser resolvida, mas podes ficar surpreendida com o número de agentes perturbadores que podes eliminar da tua vida.

    Não tentes controlar o incontrolável. Muitas coisas na vida estão fora do nosso controlo, particularmente o comportamento de outras pessoas. Ao invés de te preocupares com elas, concentra-te nas coisas que podes controlar, como a maneira como escolhes responder aos problemas.

    Algumas fontes de stress são inevitáveis

    Algumas fontes de stress são inevitáveis. Não é possível evitar ou mudar factores de stress, como a morte de um ente querido, uma doença grave ou uma crise nacional. Nesses casos, a melhor maneira de lidar com o stress é aceitar as coisas como elas são. A aceitação pode ser difícil, mas, a longo prazo, é mais fácil do que lutar contra o que não se pode mudar.

    Procura o lado positivo. Ao enfrentares grandes desafios, procura olhar para eles como oportunidades de crescimento pessoal. Se as tuas próprias más escolhas contribuíram para uma situação stressante, reflete sobre elas e aprende com os teus erros.

    Partilha os teus sentimentos. Exteriorizar a tua dor pode ser muito catártico, mesmo que não haja nada que possas fazer para alterar a situação de stress. Fala com um amigo de confiança ou marca uma consulta com um terapeuta (comigo, por exemplo).

    Neste episódio o exercício prático que partilho no final chama-se:

    OBSERVAÇÃO CONSCIENTE

    Este exercício é simples que requer apenas uma janela com algum tipo de vista. Pode ser repetido todas as vezes que desejarem.

    Obrigada por me ouvirem. Por favor avaliem o podcast nos comentários e partilhem com quem acreditem que pode beneficiar dele.

    Tenham uma boa semana e, até ao próximo episódio.

    Cuidem-se, e façam o favor de criar vidas harmoniosas e felizes.

    Se gostaram de ouvir este podcast, também podem querer ler artigos no meu blog, ou obter outros recursos gratuitos ou, quem sabe, inscrever-se num dos meus programas.

     

    Maturidade Emocional

    10 meses atrás · · 2 comentários

    Maturidade Emocional

    A maturidade emocional caracteriza-se pela manifestação de competências para lidar com as adversidades da vida. É a capacidade para alinhar pensamentos e emoções. O exercício de habilidades de inteligência emocional como:

    • autoconsciência;
    • autocontrolo e
    • automotivação.

    A maturidade emocional está relacionada com a resiliência

    Maturidade emocional também tem a ver com resiliência. É a aptidão para ganhar tolerância às frustrações. De superar os revezes inevitáveis a que todos estamos sujeitos. Responder com inteligência e maturidade emocional implica enfrentar e ultrapassar as adversidades. Ou seja, agir com responsabilidade, sem culpar terceiros pelo que aconteceu ou pelo que se sente.

    Ter poder de encaixe para suportar os desaires e absorver os golpes da vida não significa não sofrer com eles. As pessoas emocionalmente maduras também se irritam. Simplesmente usam a raiva como motivação para a mudança positiva. Ser emocionalmente maduro é ser capaz de lidar com os desafios e libertar-se, tão depressa quanto possível, da tristeza ou do ressentimento que estes possam ter causado.

    Maturidade emocional envlve ter consciência social

    Em primeiro lugar, a maturidade emocional envolve consciência social, empatia e competência para se relacionar com as pessoas em todos os ambientes. Em segundo lugar é a capacidade de evitar ou mediar conflitos. Ou seja, ter apetência para criar relacionamentos positivos e saudáveis. Em terceiro lugar, a pessoa mais amadurecida procura evoluir também social e moralmente. Finalmente, isso leva-a a agir com equidade, afabilidade, compreensão e gentileza.

    O crescimento emocional é um processo evolutivo e, por isso mesmo, interminável. Por outras palavras, somos todos obras em construção. O nosso progresso só é possível através de autoconhecimento, autorregulação e consciência social. Assim, agir com inteligência e maturidade emocional requer experiência. Tal como tantas outras competências, é necessário aprendizagem, apoio e prática.

    Maturidade é reconhecer e aceitar a nossa vulnerabilidade

    Em conclusão, para que haja paz e harmonia interiores, é importante termos presente a nossa condição de seres humanos. Reconhecer e aceitar a nossa vulnerabilidade, é uma prova de maturidade e coragem. A maturidade emocional é a manifestação das competências de inteligência emocional. Saber se colocar perante as circunstâncias, sem se vitimizar. Não se culpabilizar nem culpar outros, é o primeiro passo para sair do modo de sobrevivência e ter uma vida mais plena, realizada e feliz.

    O que é autoconsciência e porque é importante

    10 meses atrás · · 0 Comentários

    O que é autoconsciência e porque é importante

    O interesse pelo tema da auto-conscientização remonta à Grécia antiga. Está expresso no famoso aforismo “conhece a ti mesmo”, uma das máximas de Delfos inscrita no pronau (pátio) do Templo de Apolo. No último século, a psicologia ocidental voltou a interessar-se pelo tema da autoconsciência. Este tem sido extensivamente estudado por filósofos e psicólogos.

    Neste artigo, irei abordar o que é a autoconsciência, em que medida ela pode ser benéfica numa sessão de terapia, por que é difícil alcançá-la e como é possível cultivá-la.

    Definição de auto-conscientização

    Enquanto a conscientização é saber o que está a acontecer à nossa volta, a autoconsciência é saber o que estamos a vivenciar. Ou seja, a autoconsciência é uma consciência do self, sendo o eu o que torna a identidade única. Esses aspectos únicos incluem pensamentos, experiências e habilidades.

    Os psicólogos Shelley Duval e Robert Wicklund desenvolveram a teoria da autoconsciência em 1972. Segundo eles:

    “Quando focamos a nossa atenção em nós mesmos, avaliamos e comparamos o nosso comportamento actual com os nossos padrões e valores internos. Nós tornamo-nos autoconscientes e avaliadores objectivos de nós mesmos”.

    Em essência, eles consideram a autoconsciência um importante mecanismo de auto-rgulação. A autoconsciência é a capacidade de saber o que estamos a fazer, quando estamos a fazê-lo e entender por que o estamos a fazer.

    O psicólogo Daniel Goleman, no seu best-seller “Inteligência Emocional”, propôs uma definição de autoconsciência: “conhecer os estados internos, preferências, recursos e intuições”.

    Essa definição coloca mais ênfase na capacidade de monitorizar o nosso mundo interior. Na observação dos nossos pensamentos e emoções à medida que surgem.

    Para que nos serve a autoconsciência?

    A autoconsciência é a base para a inteligência emocional, a auto-regulação e a maturidade emocional.

    A capacidade de monitorizar as emoções e os pensamentos a cada momento é fundamental para nos compreendermos melhor. Só assim podemos estar em paz com quem somos e gerir proactivamente os nossos pensamentos, emoções e comportamentos.

    É importante reconhecer que a autoconsciência não se limita ao que percebemos sobre nós mesmos. Mas também sobre como percebemos e monitoramos o nosso mundo interior.

    A autoconsciência vai muito além do acumular de conhecimento sobre nós mesmos. Trata-se, sobretudo, de prestar atenção ao nosso estado interior com mente de principiante e de coração aberto.

    À medida que percebemos o que está a acontecer dentro de nós, podemos reconhecê-lo e aceitá-lo. Integrar isso como parte integrante do ser humano. Em vez de nos incomodarmos com isso, desenvolvemos agilidade emocional.

    A autoconsciência é importante?

    Segundo Daniel Goleman, a autoconsciência é a pedra basilar da inteligência emocional.

    Em primeiro lugar, as pessoas autoconscientes tendem a agir conscientemente (em vez de reagir passivamente). Em segundo lugar, tendem a ter boa saúde psicológica e a ter uma visão positiva da vida. Por último, também têm uma maior profundidade de experiência de vida e são mais propensas a ser compassivas.

    Um estudo desenvolvido por Sutton (2016) sobre os benefícios da autoconsciência apresentou resultados interessantes. Ele concluiu que aspectos da autoconsciência como a auto-reflexão, introspecção e atenção plena podem levar a benefícios como mais receptividade e conexão. Já aspectos como a ruminação e a desconexão podem causar sobrecargas emocionais.

    Por que é difícil ser auto-consciente?

    A resposta mais óbvia é que na maioria das vezes simplesmente não nos observamos. Ou seja, não prestamos atenção ao que está a acontecer dentro de nós ou à nossa volta. Outra razão é porque a autoconsciência é uma habilidade e, como qualquer habilidade, precisa de ser aprendida.

    Toda a aprendizagem passa por vários estágios primários, sendo um deles a incompetência inconsciente. Devido ao desconforto que essa incompetência nos traz, muitas vezes evitamos aprender coisas novas. Aprender a autoconsciência requer o mesmo desconforto.

    Como tal, a maioria das pessoas passa a vida sem desenvolver a autoconsciência.

    Somos enganados pelo nosso viés cognitivo

    Os psicólogos Matthew Killingsworth e Daniel T. Gilbert descobriram que nós operamos, quase metade do tempo, em “piloto automático”. Ou seja, não temos consciência do que estamos a fazer ou de como nos sentimos, quando a nossa mente vagueia e não esteja no aqui e agora.

    Além do desvario mental, o viés cognitivo também afecta a nossa capacidade de compreensão precisa de nós mesmos. Tendemos a acreditar nos juízos e crenças que apoiam a ideia do nosso eu que já construímos.

    Daniel Kahneman, autor do best-seller Pensar, Depressa e Devagar, mostra que apesar da nossa confiança no nosso autoconhecimento, geralmente estamos errados.

    Como se pode constatar, não somos tão conscientes quanto poderíamos pensar. E, se não somos conscientes, somos inconscientes.

    Como desenvolver a autoconsciência?

    A autoconsciência é uma habilidade fundamental e essencial para qualquer pessoa interessada no desenvolvimento pessoal autêntico.

    A chave para desenvolver a autoconsciência é a mesma de qualquer outra habilidade: é necessário método e orientação corretos combinados com a prática consistente.

    Felizmente, há muitas actividades para aumentar a autoconsciência. Existem muitos exercícios destinados a aumentar a nossa sensibilidade em relação ao que está a acontecer dentro de nós e à nossa volta.

    Como aprofundar a autoconsciência?

    A maioria das tentativas para desenvolver autoconsciência fracassa porque visam apenas o neocórtex (pensamentos, crenças, preconceitos). A nossa mente é extremamente hábil a armazenar informação. Ela regista como reagimos a um determinado evento e cria modelos da nossa vida emocional.

    Essas informações acabam por condicionar a nossa mente a responder de uma certa maneira. Ela cria um modelo de resposta à medida que nos deparamos com eventos semelhantes no futuro.

    A autoconsciência permite-nos estar conscientes desse condicionamento e dos preconceitos da mente. Esse pode ser o ponto de partida para os libertar.

    Conclusão

    O objectivo é tornarmo-nos mais conscientes do que impulsiona o nosso comportamento. Assim, precisamos de aumentar a sensibilidade às nossas emoções e instintos e explorar os nossos pensamentos, crenças e preconceitos com mais eficácia.

    Em suma, ser autoconsciente é crucial, sobre todos os aspectos. Para estarmos cientes dos pensamentos e emoções que estamos a sentir em cada momento e agirmos em vez de reagirmos.

    10 meses atrás · · 0 Comentários

    Sofrimento Emocional desnecessário

     

    Neste 1º episódio abordo o tema do sofrimento emocional desnecessário e tópicos de coaching emocional e gestão das emoções, luto e perdas, e superação e transformação.

    Subscreve o podcast para saberes quando é publicado um novo episódio.

     

    Feito com ♥ por Ana Paula Vieira
    Conteúdos da autoria de Ana Paula Vieira. Todos os direitos reservedos
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