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    Amor, compaixão e gratidão.

    3 anos atrás · · 0 Comentários

    Amor, compaixão e gratidão.

    Já alguma vez se viu numa situação em que sentir amor, compaixão e gratidão lhe pareceu impossível?! Talvez lhe apetecesse fazer muita coisa, excepto agradecer e muito menos perdoar! Em momentos em que nos debatemos com emoções intensas, a última coisa que queremos é ouvir alguém dizer-nos para esquecer. Emoções como raiva ou vergonha surgem com um propósito que não é o perdão imeditato ou algo que o valha! Então, como sentir amor, compaixão e gratidão quando isso é tudo o que menos lhe apetece?!

    Muitas vezes “é pior a emenda do que o soneto”!

    Há uma razão pela qual é tão irritante ouvir alguém dizer para sermos benevolentes e gratos quando estamos zangados. É porque estar irritado é um estado totalmente diferente daquele em que sentimos amor, compaixão ou gratidão. Na verdade, se se está irritado ou frustrado, há um motivo válido para isso! E, amor, gratidão ou compaixão não fazem esse motivo simplesmente desaparecer!

    Todavia o amor e a compaixão podem realmente conduzí-lo a um estado em que as razões que o levam a sentir essas emoções intensas, perdem importância. Mas o maior erro está no não reconhecimento das emoções experienciadas. Quando aprender reconhecer as suas emoções e a trabalhar com elas em vez de contra elas tudo se torna mais fácil. Ao fazê-lo vai mudar as suas reacções aos eventos, exercitar os “músculos” da resiliência e, independentemente do que os outros digam ou façam, torna-se muito mais fácil lidar com pessoas e situações desafiantes. Não é o que os outros fazem ou dizem que nos causa mal-estar! O que nos causa mal-estar são os pensamentos que tecemos a partir dessas circunstâncias e a incapacidade para gerir as emoções.

    O que causa mal-estar são os pensamentos acerca das circunstâncias.

    Não podemos mudar os outros, mas temos o poder de mudar a forma como agimos ou respondemos. Os nossos estados emocionais são o resultado dos nossos julgamentos acerca dos acontecimentos ou das nossas circunstâncias. Assim, quando aprender a mudar as suas reacções às coisas, independentemente do que lhe façam ou digam, torna-se mais fácil lidar com as situações e encontrar soluções para os desafios, a partir de um estado de paz e tranquilidade.

    Quando for capaz de identificar e regular habilmente as suas emoções, poderá funcionar eficazmente na presença de emoções intensas (as suas e as dos outros), em vez de ser dominada ou derrubada por elas.

    Uma vez instalado o hábito de se manter num estado mais pacífico, irá descobrir como se torna muito mais fácil lidar com pessoas e situações “difíceis”. Em conclusão, ao mudar o seu estado de frustração para um estado de tranquilidade, pode melhorar o seu ambiente, tanto no trabalho como em casa.

    O Processo do Luto

    3 anos atrás · · 0 Comentários

    O Processo do Luto

    O luto é uma reacção a uma perda significativa. É um processo natural e o meio de recuperação emocional à dor da perda.

    Tipos de perda

    Esta reacção ocorre quando experienciamos um sofrimento profundo causado por certos tipos de perdas, tais como:

    • A morte de um ente querido ou alguém muito significativo;
    • O fim de um relacionamento;
    • O sofrimento de alguém que nos é próximo e que está a experienciar uma doença crónica ou terminal;
    • A perda de factores importantes na vida como a segurança económica ou um emprego de que gostávamos;
    • A morte de um animal de estimação;
    • Uma mudança negativa no que diz respeito à saúde ou funcionamento físico e psíquico.

    Quando se está a passar por um luto é normal sentir-se:

    • Como se estivesse a ficar “louco”;
    • Incapaz de se concentrar/esquecimento frequente;
    • Zangado e/ou reactivo às coisas;
    • Com a percepção de ficar mais sensível aos acontecimentos;
    • Alterações de humor;
    • Como se estivesses “anestesiado”;
    • Depressivo;
    • Ambivalente;
    • Incompreendido e frustrado;
    • Ansioso, nervoso e com medo;
    • Falta de energia;
    • Como se quisesse “fugir para bem longe”;
    • Culpa e remorso por coisas que não disse ou não fez.

    É igualmente possível que tenha algumas “alucinações” – pode começar a achar que as outras pessoas se parecerem com a pessoa que perdeu, porque quer muito tê-la presente.

    Estes sentimentos protegem-nos temporariamente da realidade da perda. Servem de “absorventes do choque psicológico” até que esteja pronto para tolerar o que não quer aceitar.

    Fases do processo de Luto

    São 5 as fases do processo de Luto:

    1. Choque da perda;
    2. Negação da perda;
    3. Tristeza profunda;
    4. Aceitação da perda;
    5. Superação/conformação

    Estas fases não são experienciadas de igual modo por todas as pessoas e também variam consoante o tipo de perda. A duração de cada uma delas é igualmente variável, podendo mesmo “navegar” entre duas delas.

    Se achar que isto lhe aconteceu ou está a acontecer, é sempre possível mobilizar recursos no exterior, como procurar ajuda dos amigos, familiares ou de técnicos especializados como os psicólogos especializados em luto, conselheiros ou terapeutas de luto, e grupos de ajuda.

    Dicas úteis para a elaboração do processo de luto

    Eis algumas práticas que podem ser úteis na elaboração de um processo de luto:

    • Falar com família e amigos;
    • Fazer exercício;
    • Procurar ajuda psicoterapêutica;
    • Participar em grupos de apoio, religiosos ou não;
    • Ler livros sobre o assunto;
    • Manter a esperança;
    • Participar em actividades sociais;
    • Ter uma alimentação cuidada;
    • Descansar e relaxar;
    • Ouvir música.

    Esta lista poderá ajudá-lo(a) a ter uma ideia mais clara de como “gerir” o que está a sentir. No entanto, cada um de nós tem o seu estilo próprio e único de lidar com a dor, por isso poderá ser útil fazer a sua própria lista, mais adaptada às suas necessidades. Falar com amigos que tenham passado por um luto há pouco tempo, também poderá ajudar a encontrar novos caminhos para lidar com o seu luto. Apesar de, no limite, ter de ser cada pessoa a perceber e sentir o que melhor se adequa a si e ao seu luto.

    Como lidar com sentimentos de perda

    Um dos caminhos para perceber melhor o seu estilo próprio de lidar com situações de grande sofrimento e perda, pode passar por recordar como lidou com outras situações dolorosas no passado. Tentar reflectir sobre o que sentiu como mais útil e adequado para lidar com essas situações. No entanto é importante ter em atenção que, por exemplo, falar com amigos ou escrever o que está a sentir, podem ser estratégias muito úteis e libertadoras, mas outras como o isolamento ou o abuso de substâncias podem ser muito destrutivas e impedi-lo de fazer o luto. Nunca se esqueça que demora muito tempo a “cicatrizar” a dor e sem dúvida que haverá dias melhores que outros.

    Muitas vezes, pode achar que os amigos e a família não lhe podem fornecer o nível ou o tipo de apoio que precisa no seu processo de luto. Essas pessoas podem, elas próprias, estar a vivenciar um luto, ou pode sentir que não têm distanciamento suficiente face a si e ao processo ou podem transportar certos “mitos sociais” em relação à perda e ao luto. Nestes e noutros casos, um terapeuta pode ajudá-lo a compreender melhor o seu luto fornecendo-lhe a informação e o apoio necessários. Pode ainda dispor de um lugar seguro onde possa viver a sua dor inteira e naturalmente, ajudando-o(a) a seguir em frente e a encontrar um significado continuado na vida.

    Dicas para apoiar a pessoa em luto

    Eis algumas dicas importantes para apoiar convenientemente uma pessoa em luto:

    • Ser um bom ouvinte;
    • Estar presente;
    • Perguntar sobre a sua perda;
    • Fazer-lhes telefonemas;
    • Deixá-los sentirem-se tristes;
    • Não minimizar a sua perda;
    • Fazer perguntas sobre o que estão a sentir;
    • Partilhar os teus sentimentos;
    • Relembrar a perda;
    • Ter consciência e conhecimento da dor;
    • Estar disponível sempre que puder;
    • Falar das suas próprias perdas.

    O luto é uma das experiências mais dolorosas e intensas que qualquer ser humano pode vivenciar e testemunhar. No entanto, quanto mais conscientes estivermos da intensidade e individualidade com que cada um vive este processo, mais facilmente o conseguiremos experienciar, tendo sempre em conta que a dor é inevitável.

    Quando está a vivenciar um luto, é natural que a pessoa se sinta frequentemente sozinha e isolada, já que pouco depois da perda as redes e apoios sociais parecem diminuir. Quando o choque da perda desvanece, há uma tendência para as pessoas se sentirem mais tristes e se isolarem.

    Também é natural que alguns amigos bem-intencionados possam tentar evitar discutir o assunto devido ao seu próprio desconforto relativamente ao luto, ou devido a terem medo de fazer com que as pessoas se sintam pior. Podem não saber o que fazer nem o que dizer.

    Neste sentido é importante perceber que as pessoas em luto, muitas vezes flutuam entre querer estar sozinhas e querer a companhia dos outros. Tendo consciência desta ambivalência, pode tentar perceber se a pessoa quer sentir-se mais “próxima” ou mais “distante”, e mostrar que está sempre disponível para o que precisarem. Mostre assim o seu interesse e a sua sensibilidade, o que pode ser muito tranquilizante para quem está a vivenciar um luto. Mesmo que se sinta constrangido e nervoso por estar com alguém em luto, isso é melhor do que não estar sequer presente.

    Terapias Energéticas para cura do corpo e da alma

    Meditação

    3 anos atrás · · 0 Comentários

    Meditação

    Quem pratica meditação regularmente, conhece bem os seus benefícios.

    São diversas as motivações que levam as pessoas a querer meditar, todavia, meditar nada tem a ver com esvaziar a mente. Os benefícios da meditação geralmente mais enumerados por quem a pratica diariamente ou com regularidade são: obter tranquilidade interior, redescobrir-se, silenciar a mente inquieta, mais autoconhecimento, mais clareza, melhorar a conexão e estar mais presente.

    Contudo, para muitos, esta ainda é uma prática desconhecida ou não faz parte das suas rotinas diárias. Se faz parte desse grupo que ainda não pratica meditação, tem agora a oportunidade de, de uma forma suave e simples, se iniciar nesta prática!

    Meditar é um exercício de foco e concentração, que promove o relaxamento físico e equilibra o corpo emocional, espiritual e mental. E, por espiritual, não me refiro a aspectos relacionados com religiosidade, mas tão somente, ao acesso ao eu superior ou supraconsciência.

    Qualquer que seja o motivo para querer iniciar esta prática, pode ser desencorajador não saber como começar e como se manter motivado.

    Algumas linhas de meditação usam mantras como meio de entrar num estado de fluxo, enquanto outras se focam apenas em observar a respiração e as sensações do corpo.

    Actualmente, vivemos num mundo cheio de estímulos e a nossa mente tende a perder o foco rapidamente. E, durante a prática da meditação, principalmente quando se está a iniciar, isso acontece com muita frequência.

    Aquilo que mais me ajudou, quando iniciei a minha prática de meditação foi prestar atenção à respiração. Sempre que percebia que a minha mente divagava para outros pensamentos, voltava a minha atenção à respiração.

    Mas se mesmo assim isso lhe parecer impossível, deixe os pensamentos fluírem pela sua mente, sem se recriminar nem criticar. Coloque-se como um observador; não julgue e não se envolva, deixe-os passar apenas.

    Com a prática, vai começar a perceber que conseguir usufruir dos benefícios da meditação é bem mais fácil do que imaginava.

    A popularidade que a meditação alcançou nos dias de hoje tem muito a ver com o conceito de Mindfulness.

    Este novo tipo de meditação eliminou, de uma vez por todas, o caráter místico e religioso da prática oriunda do Oriente, e foca unicamente as descobertas científicas sobre os benefícios da meditação.

    A meditação Mindfulness não usa mantras, nem pretende elevar o espírito ou ser uma maneira de encontrar Deus. Não está ligada ao budismo, hinduísmo ou taoismo.

    O foco está em prestar especial atenção à respiração e às sensações do corpo, para assim interromper a parafernália de pensamentos desordenados e acalmar a mente sobrecarregada de pensamentos desordenados. Este tipo de meditação foi desenvolvido pelo médico americano Jon Kabat-Zinn que criou um programa chamado “Redução de stresse com Mindfulness“ em 1979. O seu intuito era tratar pacientes com dores crónicas que não respondiam aos tratamentos convencionais.

    Apesar de ter usado como base os seus conhecimentos prévios em meditação e Ioga, a espiritualidade e a religião não foram considerados requisitos básicos para iniciar a prática.

    Actualmente, a meditação Mindfulness é usada em hospitais, clínicas, escolas, empresas, entre outros.

    Se quiser começar a usufruir dos benefícios da meditação Mindfulness, apenas precisa de atenção plena!

    Feito com ♥ por Ana Paula Vieira
    Conteúdos da autoria de Ana Paula Vieira. Todos os direitos reservedos
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